Com a participação de Kazuo Nakano, do Instituto Polis de São Paulo, a oficina Direito à Cidade e Plano Diretor do Programa de Capacitação das Cidades, será realizada nos de 21 a 23 de maio em Porto Alegre. As inscrições irão até esta terça-feira (18) e podem ser feitas através do site http://www.ongcidade.org/.
O encontro, promovido pela Rede Estadual de Avaliação dos Planos Diretores Participativos e o Centro de Assessoria e Estudos Urbanos (Cidade), será no no City Hotel (Rua José Montaury, 20 Centro). Entre os palestrantes estarão Rualdo Menegat, do Instituto de Geociências da Ufrgs; Sérgio Baierle, Cientista Político; Maria Etelvina Guimaraens, especialista em Advocacia Municipal; e César Santos,da Confederação Nacional das Associações de Moradores. Na abertura do evento, sexta-feira, às 19h, ocorrerá o lançamento do Cadernos da Cidade.
A oficina Direito à Cidade e Plano Diretor tem como objetivo constituir uma rede nacional de avaliação e monitoramento de Planos Diretores. A primeira etapa deste processo, ocorreu em 2008, quando foi constituída a Rede Estadual para a realização de uma pesquisa sobre a elaboração dos Planos Diretores Participativos. Apresentada na segunda etapa da Rede Estadual, realizada em 2009, 42 cidades gaúchas participaram, sendo que no Brasil foram mais de 500 municípios pesquisados.
Para mais informações entrar em contato pelo e-mail cidade@ongcidade.org ou pelo fone (51) 3264.3386 (à tarde).
Fonte: Coordenação Estadual da Rede RS - (51) 3264.3386 (à tarde).
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domingo, 16 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
O ocaso da “Terceira Via” - por Tarso Genro e Vinícius Wu
Trabalhismo inglês não foi capaz de preparar o país para resistir à crise
Há treze anos, o Trabalhismo inglês ascendia ao poder com uma nova roupagem. A “Terceira Via” proposta por Blair, Giddens, entre outros, pretendeu renovar o pensamento e a ação da esquerda européia, indicando um caminho alternativo frente à crise do projeto social-democrata tradicional e do socialismo soviético. O resultado das últimas eleições inglesas atestam o esgotamento desta experiência e seu significado tem muito a dizer à esquerda neste início de século.
O debate no interior da esquerda sobre o futuro do socialismo pós-Muro de Berlim foi conduzido principalmente pelos ideólogos mais eminentes da social-democracia e do trabalhismo inglês, num momento em que a esquerda de orientação marxista dividia-se – em suas diversas vertentes teóricas – entre a perplexidade e a tentativa de explicações imediatistas.
Como a social-democracia já descartara – há muitas décadas – um projeto de ruptura com o capitalismo, sua opção por um novo caminho não a conduziu na direção de um eventual corredor entre o velho bolchevismo do partido único e a social-democracia, que triunfara em vários países da Europa. Sua opção foi a busca por um lugar situado entre o centro e a centro-esquerda, por ela representada, abrindo espaço para uma espécie de acordo “tácito” com alguns princípios fundamentais do projeto neoliberal, que advogava em favor do desmonte das conquistas do Estado de Bem-Estar como única maneira de “sair da crise”. O serviço foi feito
As sucessivas crises do capitalismo global depois da queda da URSS demonstraram, porém, que a capitulação da social-democracia ao domínio do capital financeiro como tutor da vida pública universal e seu distanciamento dos movimentos sindicais e populares que lhe deram origem, empobreceram seu ideário político e lhe afastaram dos “de baixo”, vulgarizando sua agenda como uma agenda “materialista-economicista” no mau sentido. Terminou por enveredar para uma tentativa anêmica de salvar o capitalismo específico da globalização financeira, sem considerar o empobrecimento da sua base social e a sonegação de seus direitos básicos.
A social-democracia, portanto, não encontrou um caminho salvacionista, que consolidasse os “direitos dos pobres” – conquistados ao longo de décadas – mesmo dentro do modo de vida e das estruturas de poder da sociedade capitalista. Os frutos do progresso científico e da produtividade acabaram sugados pelo “rentismo globalizado” no desvario que redundou na crise do “sub-prime”. E, desta forma, a social-democracia européia foi perdendo, gradativamente, força social e legitimidade política. O caso inglês, neste sentido, é paradigmático.
Cumpre reconhecer que alguns acertos parciais do Trabalhismo inglês tiveram reflexo nestas eleições. A hegemonia trabalhista na última década foi capaz de produzir (ao menos) uma importante mudança no léxico político nacional, fenômeno atestado por um interessante levantamento da revista “The Economist” acerca dos recentes debates. David Cameron, líder conservador, apoiou-se no lema “Conservadorismo com compaixão”, explicitando um claro deslocamento ao centro de seu partido. Os temas que se relacionam com o “cuidado com os mais pobres” estiveram no centro dos debates eleitorais.
Além disto, alguns resultados sociais dos governos trabalhistas são relativamente positivos: o acesso à saúde foi ampliado significativamente, assim como o acesso ao ensino superior; meio milhão de crianças saíram da pobreza e os investimentos em educação foram duplicados nestes treze anos.
Entretanto, apesar de alguns avanços como estes, os governos trabalhistas não lograram resolver, nem ao menos parcialmente, os principais impasses do modelo sócio-econômico britânico. A desigualdade social, por exemplo, se manteve estável, incidindo fortemente sobre o nível de satisfação dos britânicos com seu país. Pesquisa recente revela que 71% da população acreditam que o país está se tornando um lugar pior para se viver.
Mas, afinal, qual o legado da “Terceira Via” em meio ao ocaso de uma hegemonia que até pouco tempo parecia tão sólida?
Não seria preciso um grande esforço de análise para concluirmos que a auto-intitulada “Terceira Via”, em sua tentativa de estabelecer “diálogos” com o neoliberalismo terminou engolida por este. O Trabalhismo inglês não foi capaz de preparar o país para resistir à crise mundial, que arrasou importantes instituições britânicas e ampliou o desemprego e a miséria. Economicamente, além de não blindar a economia britânica, também conduziu o país num ritmo de crescimento que só fez reduzir sua relevância na economia global, reforçando a centralidade da economia alemã no contexto europeu.
A descaracterização político-ideológica do Trabalhismo inglês foi tamanha ao ponto de a Inglaterra se transformar na grande fiadora da invasão dos EUA ao Iraque, ocasião na qual Tony Blair afirmou “não haver duvidas” que Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa.
A convergência do trabalhismo e dos conservadores para um centro anódino que não produziu novas alternativas de coesão e inclusão social e nem novas formas de controle público do Estado, não só confundiram o eleitorado de esquerda e social-democracia, como também não responderam ao necessário reencontro da esquerda com os valores democráticos e com as exigências dos novos modos de vida, incrementados pelas novas tecnologias informacionais.
Até mesmo o prestígio internacional, que outrora gozavam os próceres da “Terceira Via”, foi reduzido a pó e nem mesmo aquela parcela da social-democracia convertida aos dogmas neoliberais (como o PSDB no Brasil) tem coragem de assumi-los como referência hoje.
Ocorre que uma verdadeira “terceira via” – a que realmente poderia regenerar os valores humanistas da esquerda, depositária das idéias libertárias da ilustração e das grandes revoluções – jamais poderia emergir de uma parca “mistura” da idéia da democracia com a anarquia do mercado sem regulação.
Somente seria possível falar em uma “terceira via” a partir de uma síntese superior do republicanismo democrático com as idéias de emancipação herdadas daquela social-democracia anterior ao seu conhecido “racha”, determinado pela exceção da revolução russa.
Ao nos recordarmos do quanto foram incensados, mundo afora, os ideólogos da “Terceira Via” inglesa naqueles anos cujo pensamento de esquerda ainda caminhava, errático, pelos escombros do antigo muro, não deixa de parecer irônico que, neste início de século, seja exatamente da América do Sul que surjam ares renovadores no seio da esquerda mundial. E eles se expressam em plataformas concretas de governos democráticos, dirigidos por aqueles mesmos partidos de esquerda (por vezes aliados ao centro democrático) sobre os quais o trabalhismo inglês pretendeu despejar suas lições.
A esquerda do velho continente abre o século XXI diante do desafio de fundir o antigo humanismo libertário das grandes revoluções com a democracia assumida enquanto valor universal. E pode encontrar na América Latina um bom terreno de observação.
Fonte: www.leituraglobal.com
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Há treze anos, o Trabalhismo inglês ascendia ao poder com uma nova roupagem. A “Terceira Via” proposta por Blair, Giddens, entre outros, pretendeu renovar o pensamento e a ação da esquerda européia, indicando um caminho alternativo frente à crise do projeto social-democrata tradicional e do socialismo soviético. O resultado das últimas eleições inglesas atestam o esgotamento desta experiência e seu significado tem muito a dizer à esquerda neste início de século.
O debate no interior da esquerda sobre o futuro do socialismo pós-Muro de Berlim foi conduzido principalmente pelos ideólogos mais eminentes da social-democracia e do trabalhismo inglês, num momento em que a esquerda de orientação marxista dividia-se – em suas diversas vertentes teóricas – entre a perplexidade e a tentativa de explicações imediatistas.
Como a social-democracia já descartara – há muitas décadas – um projeto de ruptura com o capitalismo, sua opção por um novo caminho não a conduziu na direção de um eventual corredor entre o velho bolchevismo do partido único e a social-democracia, que triunfara em vários países da Europa. Sua opção foi a busca por um lugar situado entre o centro e a centro-esquerda, por ela representada, abrindo espaço para uma espécie de acordo “tácito” com alguns princípios fundamentais do projeto neoliberal, que advogava em favor do desmonte das conquistas do Estado de Bem-Estar como única maneira de “sair da crise”. O serviço foi feito
As sucessivas crises do capitalismo global depois da queda da URSS demonstraram, porém, que a capitulação da social-democracia ao domínio do capital financeiro como tutor da vida pública universal e seu distanciamento dos movimentos sindicais e populares que lhe deram origem, empobreceram seu ideário político e lhe afastaram dos “de baixo”, vulgarizando sua agenda como uma agenda “materialista-economicista” no mau sentido. Terminou por enveredar para uma tentativa anêmica de salvar o capitalismo específico da globalização financeira, sem considerar o empobrecimento da sua base social e a sonegação de seus direitos básicos.
A social-democracia, portanto, não encontrou um caminho salvacionista, que consolidasse os “direitos dos pobres” – conquistados ao longo de décadas – mesmo dentro do modo de vida e das estruturas de poder da sociedade capitalista. Os frutos do progresso científico e da produtividade acabaram sugados pelo “rentismo globalizado” no desvario que redundou na crise do “sub-prime”. E, desta forma, a social-democracia européia foi perdendo, gradativamente, força social e legitimidade política. O caso inglês, neste sentido, é paradigmático.
Cumpre reconhecer que alguns acertos parciais do Trabalhismo inglês tiveram reflexo nestas eleições. A hegemonia trabalhista na última década foi capaz de produzir (ao menos) uma importante mudança no léxico político nacional, fenômeno atestado por um interessante levantamento da revista “The Economist” acerca dos recentes debates. David Cameron, líder conservador, apoiou-se no lema “Conservadorismo com compaixão”, explicitando um claro deslocamento ao centro de seu partido. Os temas que se relacionam com o “cuidado com os mais pobres” estiveram no centro dos debates eleitorais.
Além disto, alguns resultados sociais dos governos trabalhistas são relativamente positivos: o acesso à saúde foi ampliado significativamente, assim como o acesso ao ensino superior; meio milhão de crianças saíram da pobreza e os investimentos em educação foram duplicados nestes treze anos.
Entretanto, apesar de alguns avanços como estes, os governos trabalhistas não lograram resolver, nem ao menos parcialmente, os principais impasses do modelo sócio-econômico britânico. A desigualdade social, por exemplo, se manteve estável, incidindo fortemente sobre o nível de satisfação dos britânicos com seu país. Pesquisa recente revela que 71% da população acreditam que o país está se tornando um lugar pior para se viver.
Mas, afinal, qual o legado da “Terceira Via” em meio ao ocaso de uma hegemonia que até pouco tempo parecia tão sólida?
Não seria preciso um grande esforço de análise para concluirmos que a auto-intitulada “Terceira Via”, em sua tentativa de estabelecer “diálogos” com o neoliberalismo terminou engolida por este. O Trabalhismo inglês não foi capaz de preparar o país para resistir à crise mundial, que arrasou importantes instituições britânicas e ampliou o desemprego e a miséria. Economicamente, além de não blindar a economia britânica, também conduziu o país num ritmo de crescimento que só fez reduzir sua relevância na economia global, reforçando a centralidade da economia alemã no contexto europeu.
A descaracterização político-ideológica do Trabalhismo inglês foi tamanha ao ponto de a Inglaterra se transformar na grande fiadora da invasão dos EUA ao Iraque, ocasião na qual Tony Blair afirmou “não haver duvidas” que Saddam Hussein possuía armas de destruição em massa.
A convergência do trabalhismo e dos conservadores para um centro anódino que não produziu novas alternativas de coesão e inclusão social e nem novas formas de controle público do Estado, não só confundiram o eleitorado de esquerda e social-democracia, como também não responderam ao necessário reencontro da esquerda com os valores democráticos e com as exigências dos novos modos de vida, incrementados pelas novas tecnologias informacionais.
Até mesmo o prestígio internacional, que outrora gozavam os próceres da “Terceira Via”, foi reduzido a pó e nem mesmo aquela parcela da social-democracia convertida aos dogmas neoliberais (como o PSDB no Brasil) tem coragem de assumi-los como referência hoje.
Ocorre que uma verdadeira “terceira via” – a que realmente poderia regenerar os valores humanistas da esquerda, depositária das idéias libertárias da ilustração e das grandes revoluções – jamais poderia emergir de uma parca “mistura” da idéia da democracia com a anarquia do mercado sem regulação.
Somente seria possível falar em uma “terceira via” a partir de uma síntese superior do republicanismo democrático com as idéias de emancipação herdadas daquela social-democracia anterior ao seu conhecido “racha”, determinado pela exceção da revolução russa.
Ao nos recordarmos do quanto foram incensados, mundo afora, os ideólogos da “Terceira Via” inglesa naqueles anos cujo pensamento de esquerda ainda caminhava, errático, pelos escombros do antigo muro, não deixa de parecer irônico que, neste início de século, seja exatamente da América do Sul que surjam ares renovadores no seio da esquerda mundial. E eles se expressam em plataformas concretas de governos democráticos, dirigidos por aqueles mesmos partidos de esquerda (por vezes aliados ao centro democrático) sobre os quais o trabalhismo inglês pretendeu despejar suas lições.
A esquerda do velho continente abre o século XXI diante do desafio de fundir o antigo humanismo libertário das grandes revoluções com a democracia assumida enquanto valor universal. E pode encontrar na América Latina um bom terreno de observação.
Fonte: www.leituraglobal.com
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Arena do Grêmio: segue impasse para área de escola
Prefeitura
Segundo Luciano Marcantônio, secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Coordenação Política e Governança Local, a prefeitura possui na área pretendida pelo Estado, na Rua Frederico Mentz 210, conhecida como antiga área do Sesi, o Centro Comunitário da Entrada da Cidade. Ele informou que já há empresa licitada para a primeira fase desta obra, com campo de futebol, pistas de skate e ações de lazer e esporte. “Esta revitalização da área tem função social importante para a região”, argumenta.
Marcantônio aponta “falta de comunicação do Estado com a prefeitura” para orientação da construção nesta mesma área. “O novo prédio da Escola Vergara precisa ser construída em área alternativa com acesso a toda comunidade e discussão com eles. A área da Entrada da Cidade é a última área de esporte da região Navegantes e Farrapos”, indica. O secretário-adjunto da Governança ressalta que o Governo do Estado pediu uma reunião com a pasta, mas ainda não foi marcado encontro.
O secretário Márcio Bins Ely, titular da Secretaria do Planejamento Municipal (SPM), trouxe diretrizes da aprovação do projeto da Arena do Grêmio, e que já está aprovada na região um grande shopping center e 20 torres residenciais. Bins Ely disse que diversas secretarias da prefeitura realizaram, por intermédio de Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), medidas compensatórias que apontaram um termo de compromisso, que ainda não foi assinado pelo empreendedor, no caso a empresa OAS.
“Entre estas compensações estão a própria transferência da Escola Oswaldo Vergara e obras viárias na região, creches, programas de qualificação profissional, entre outras medidas ambientais”, aponta. Ele ressalta que ainda não existem, por parte do empreendedor, nenhum compromisso formal de fazer as ações compensatórias. “Todas as deliberações serão abertas à comunidade. A prefeitura não decidirá sozinha, sem ouvir a comunidade. Vamos buscar uma alternativa para a área da escola, com a chancela da Câmara”, informa.
Ivsen Gonçalves, chefe de gabinete Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM), pasta responsável pela construção do centro comunitário, disse que o município recebeu o terreno do governo do Estado em pagamento de uma dívida de IPTU. Ele também alega que existem sugestões de áreas para serem avaliadas para construção do novo prédio da escola.
Documento
Segundo o documento entregue por João Alberto Farias da Fontoura, conselheiro do Fórum Regional de Justiça e Segurança da região Humaitá-Navegantes, a comunidade esclarece que são contrários a entrega do patrimônio público para iniciativa privada, “que é o que acontece neste empreendimento da Arena do Grêmio”. O texto segue com a rejeição da retirada das escolas Oswlado Vergara e Santo Inácio de seus locais de origem. Pede, também, que a escola técnica Santo Inácio seja absorvida pela Secretaria Estadual da Educação (SEC) e pelo Ministério da Educação (MEC).
A comunidade solicita, ainda, a construção do Centro Comunitário no antigo espaço do Sesi, como já definido pela prefeitura, além de local para construção de casas populares, um parque, e um relatório de danos ambientais e índices de poluição que o empreendimento causará na região. O conselheiro Fontoura solicita que a Câmara Municipal marque, com urgência, data e local de audiência pública a ser promovida pela Casa sobre a Arena do Grêmio. “Solicitamos que a prefeitura interrompa todo ou em parte os projetos do empreendimento até que se executem nossas reivindicações e os devidos esclarecimentos”, finaliza o documento.
Também participaram da reunião representantes de diversos órgãos da comunidade Humaitá-Navegantes, da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa. Pela Cece, participou a vereadora Fernanda Melchionna (PSOL), além do vereador Airto Ferronato (PSB), integrante da Comissão de Economia, Finanças e Orçamerto (Cefor).
Fonte: Assessoria de Imprensa da CMPA
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Segundo Luciano Marcantônio, secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Coordenação Política e Governança Local, a prefeitura possui na área pretendida pelo Estado, na Rua Frederico Mentz 210, conhecida como antiga área do Sesi, o Centro Comunitário da Entrada da Cidade. Ele informou que já há empresa licitada para a primeira fase desta obra, com campo de futebol, pistas de skate e ações de lazer e esporte. “Esta revitalização da área tem função social importante para a região”, argumenta.
Marcantônio aponta “falta de comunicação do Estado com a prefeitura” para orientação da construção nesta mesma área. “O novo prédio da Escola Vergara precisa ser construída em área alternativa com acesso a toda comunidade e discussão com eles. A área da Entrada da Cidade é a última área de esporte da região Navegantes e Farrapos”, indica. O secretário-adjunto da Governança ressalta que o Governo do Estado pediu uma reunião com a pasta, mas ainda não foi marcado encontro.
O secretário Márcio Bins Ely, titular da Secretaria do Planejamento Municipal (SPM), trouxe diretrizes da aprovação do projeto da Arena do Grêmio, e que já está aprovada na região um grande shopping center e 20 torres residenciais. Bins Ely disse que diversas secretarias da prefeitura realizaram, por intermédio de Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), medidas compensatórias que apontaram um termo de compromisso, que ainda não foi assinado pelo empreendedor, no caso a empresa OAS.
“Entre estas compensações estão a própria transferência da Escola Oswaldo Vergara e obras viárias na região, creches, programas de qualificação profissional, entre outras medidas ambientais”, aponta. Ele ressalta que ainda não existem, por parte do empreendedor, nenhum compromisso formal de fazer as ações compensatórias. “Todas as deliberações serão abertas à comunidade. A prefeitura não decidirá sozinha, sem ouvir a comunidade. Vamos buscar uma alternativa para a área da escola, com a chancela da Câmara”, informa.
Ivsen Gonçalves, chefe de gabinete Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SMAM), pasta responsável pela construção do centro comunitário, disse que o município recebeu o terreno do governo do Estado em pagamento de uma dívida de IPTU. Ele também alega que existem sugestões de áreas para serem avaliadas para construção do novo prédio da escola.
Documento
Segundo o documento entregue por João Alberto Farias da Fontoura, conselheiro do Fórum Regional de Justiça e Segurança da região Humaitá-Navegantes, a comunidade esclarece que são contrários a entrega do patrimônio público para iniciativa privada, “que é o que acontece neste empreendimento da Arena do Grêmio”. O texto segue com a rejeição da retirada das escolas Oswlado Vergara e Santo Inácio de seus locais de origem. Pede, também, que a escola técnica Santo Inácio seja absorvida pela Secretaria Estadual da Educação (SEC) e pelo Ministério da Educação (MEC).
A comunidade solicita, ainda, a construção do Centro Comunitário no antigo espaço do Sesi, como já definido pela prefeitura, além de local para construção de casas populares, um parque, e um relatório de danos ambientais e índices de poluição que o empreendimento causará na região. O conselheiro Fontoura solicita que a Câmara Municipal marque, com urgência, data e local de audiência pública a ser promovida pela Casa sobre a Arena do Grêmio. “Solicitamos que a prefeitura interrompa todo ou em parte os projetos do empreendimento até que se executem nossas reivindicações e os devidos esclarecimentos”, finaliza o documento.
Também participaram da reunião representantes de diversos órgãos da comunidade Humaitá-Navegantes, da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa. Pela Cece, participou a vereadora Fernanda Melchionna (PSOL), além do vereador Airto Ferronato (PSB), integrante da Comissão de Economia, Finanças e Orçamerto (Cefor).
Fonte: Assessoria de Imprensa da CMPA
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária
A Feira Nacional da Agricultura Familiar e Reforma Agrária BRASIL RURAL CONTEMPORÂNEO é o maior evento do gênero da América Latina. Em Porto Alegre são 350 expositores em quatro dias de mostra e comercialização de produtos, encontros de negócios e shows. A programação cultural privilegia o encontro sonoro entre a tradição e a contemporaneidade.
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Debate na Faculdade de Educação
A Faculdae de Educação da Ufrgs promove Debate sobre:
O PARECER DE ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TECNICA DE NÍVEL MÉDIO SER APRESENTADO NO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CNE/CEB)
MESA REDONDA COM OS PROFESSORES:GABRIEL GABROWSKI, MARLENE RIBEIRO E JORGE A. ROSA RIBEIRO
A atividade será realizada dia 18 de maio de 2010, terça-feira, no horário das 18:00 horas às 20:30 horas, na sala 601, 6º andar da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Fonte: NÚCLEO DE ESTUDOS, EXPERIÊNCIAS E PESQUISAS EM TRABALHO, MOVIMENTOS SOCIAIS E EDUCAÇÃO - TRAMSE /FACED/UFRGS
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O PARECER DE ATUALIZAÇÃO DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TECNICA DE NÍVEL MÉDIO SER APRESENTADO NO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (CNE/CEB)
MESA REDONDA COM OS PROFESSORES:GABRIEL GABROWSKI, MARLENE RIBEIRO E JORGE A. ROSA RIBEIRO
A atividade será realizada dia 18 de maio de 2010, terça-feira, no horário das 18:00 horas às 20:30 horas, na sala 601, 6º andar da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Fonte: NÚCLEO DE ESTUDOS, EXPERIÊNCIAS E PESQUISAS EM TRABALHO, MOVIMENTOS SOCIAIS E EDUCAÇÃO - TRAMSE /FACED/UFRGS
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
domingo, 9 de maio de 2010
Agenda de 10 a 16 de Maio
Segunda-feira - 10
09h - Executiva Estadual PT
11h30min - GT DS PoA
14h - Sessão Plenária
14h30min - Reunião Coordenação da Pré-Campanha 2010
19h - Lançamento Sul 21 no Veleiros do Sul - Av. Guaíba, 2941
19h - Temática da Educação - Auditório Dante Barone AL
Terça-feira - 11
09h - Reunião Coordenação da Pré-Campanha 2010
11h - Visita da Frente Parlamentar de Luta contra as DST, HIV e AIDS ao Laboratório Lacen - Av. Ipiranga ao lado do CTG 35
14h30min - Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) - Pauta: Realidade da Educação de Jovens e Adultos - Agenda Territorial do RS
16h30min - Setorial de Educação do PT/RS
18h30mim - Aula Ufrgs
19h - OP Saúde e Assistência Social
20h - Jantar com Dilma no Clube Farrapos
Quarta-feira - 12
09h - Reunião de Bancada
10h30min - Teatro no Anchieta – “Exército dos Sonhos”
11h - Reúne-se no Demhab sobre Vila São Pedro
13h - Reunião no Gabinete do Prefeito com Raul Pont – TAC da PUC
14h - Sessão Plenária
19h - OP Organização da Cidade
Quinta-feira - 13
09h - Reunião DS Estadual
11h - Grupo de Teatro - Hamilton
14h - Sessão Plenária
16h30min - Reunião sobre Sarau
19h - OP Circulação e Transporte
Sexta-feira - 14
09h - Reunião Extraordinária da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) - Pauta: Arena do Grêmio
14h30min - Reúne-se com o Secretário da Fasc - Casas Lares e Bronzato
20h - Aniversário Raul Pont no CTG 35
Sábado - 15
09h - Plenária Livre da Educação – Programa de Governo PT
14h - Seminário Regional de “ Hip Hop”- Sofia integra a Mesa
Manhã e tarde – Reunião da Marcha Mundial de Mulheres
Domingo - 16
09h - Encontro das Mulheres da DS no Sindibancários
** Agenda sujeita a alterações.
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09h - Executiva Estadual PT
11h30min - GT DS PoA
14h - Sessão Plenária
14h30min - Reunião Coordenação da Pré-Campanha 2010
19h - Lançamento Sul 21 no Veleiros do Sul - Av. Guaíba, 2941
19h - Temática da Educação - Auditório Dante Barone AL
Terça-feira - 11
09h - Reunião Coordenação da Pré-Campanha 2010
11h - Visita da Frente Parlamentar de Luta contra as DST, HIV e AIDS ao Laboratório Lacen - Av. Ipiranga ao lado do CTG 35
14h30min - Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) - Pauta: Realidade da Educação de Jovens e Adultos - Agenda Territorial do RS
16h30min - Setorial de Educação do PT/RS
18h30mim - Aula Ufrgs
19h - OP Saúde e Assistência Social
20h - Jantar com Dilma no Clube Farrapos
Quarta-feira - 12
09h - Reunião de Bancada
10h30min - Teatro no Anchieta – “Exército dos Sonhos”
11h - Reúne-se no Demhab sobre Vila São Pedro
13h - Reunião no Gabinete do Prefeito com Raul Pont – TAC da PUC
14h - Sessão Plenária
19h - OP Organização da Cidade
Quinta-feira - 13
09h - Reunião DS Estadual
11h - Grupo de Teatro - Hamilton
14h - Sessão Plenária
16h30min - Reunião sobre Sarau
19h - OP Circulação e Transporte
Sexta-feira - 14
09h - Reunião Extraordinária da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) - Pauta: Arena do Grêmio
14h30min - Reúne-se com o Secretário da Fasc - Casas Lares e Bronzato
20h - Aniversário Raul Pont no CTG 35
Sábado - 15
09h - Plenária Livre da Educação – Programa de Governo PT
14h - Seminário Regional de “ Hip Hop”- Sofia integra a Mesa
Manhã e tarde – Reunião da Marcha Mundial de Mulheres
Domingo - 16
09h - Encontro das Mulheres da DS no Sindibancários
** Agenda sujeita a alterações.
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sábado, 8 de maio de 2010
É hora de ouvir a sociedade
No plenário, as manifestações foram ricas em contribuições para o Programa de Governo do Rio Grande do Sul. O tema provocou inúmeras manifestações que destacaram temas como: a falta integração entre o trabalho da estruturas estatais, a falta de planejamento de longo prazo nas administrações e de mecanismo de medição de resultados, a necessidade de políticas transversais na administração pública, a importância de instrumentos que garantam a transparência e o controle público da gestão.
A maioria dos participantes, da área da segurança pública, contribuiu fazendo um balanço da política que rege o sistema da polícia civil e militar no Rio Grande. E salientaram a importância do controle público sobre as ações do Estado, do compartilhamento de dados entre as polícias, da necessidade de controle social sobre o sistema penitenciário, a urgência da criação de um banco de dados unificado entre as duas polícias e o fortalecimento dos conselhos de segurança pública nos municípios como formas de combate à corrupção nas esferas estatais. A importância da criação de políticas permanentes de saúde mental para o profissional da segurança, a melhoria do padrão salarial, bem como a valorização/qualificação do servidor público foram apontadas como uma das formas de contribui para a melhoria da gestão pública.
As QUINTAS TEMÁTICAS tem calendário já marcado para os dias 13/5, com Democracia e Participação; dia 20/5 com a Retomada do Desenvolvimento Econômico do RS; e dia 27/5 com Retomada do Desenvolvimento Social do RS.
A maioria dos participantes, da área da segurança pública, contribuiu fazendo um balanço da política que rege o sistema da polícia civil e militar no Rio Grande. E salientaram a importância do controle público sobre as ações do Estado, do compartilhamento de dados entre as polícias, da necessidade de controle social sobre o sistema penitenciário, a urgência da criação de um banco de dados unificado entre as duas polícias e o fortalecimento dos conselhos de segurança pública nos municípios como formas de combate à corrupção nas esferas estatais. A importância da criação de políticas permanentes de saúde mental para o profissional da segurança, a melhoria do padrão salarial, bem como a valorização/qualificação do servidor público foram apontadas como uma das formas de contribui para a melhoria da gestão pública.
As QUINTAS TEMÁTICAS tem calendário já marcado para os dias 13/5, com Democracia e Participação; dia 20/5 com a Retomada do Desenvolvimento Econômico do RS; e dia 27/5 com Retomada do Desenvolvimento Social do RS.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Arena do Grêmio: Humaitá não quer saída de escolas
Educação
Maria Cristina Garavelo, da diretoria pedagógica da Secretaria Municipal de Educação (Smed), disse que a maior preocupação do órgão é com a garantia dos direitos dos alunos e com a preservação das vagas públicas nas escolas. “No Humaitá, diferente de outros bairros, as escolas municipais e estaduais conseguem atender á demanda de vagas, e isso precisa ser mantido”, disse. Segundo a professora, os dados obtidos em consulta feita pela Smed à Central de Matrículas, que acolhe as demandas por vagas e distribui entre as escolas do estado e município, na reconstrução da escola Vergara seriam mantidas as doze salas de aula e acrescentadas novas estruturas de laboratórios e ginásio coberto. Porém, a Smed não conseguiu a informação do endereço onde será feita a nova sede: “Devemos exigir que o Estado informe o novo endereço, para garantir o atendimento às crianças”.
Coordenaram os trabalhos as vereadoras Sofia Cavedon (PT), vice-presidente da Cece, e Fernanda Melchionna (PSOL). Participaram os vereadores Haroldo de Souza (PMDB) e Tarciso Flecha Negra (PDT), membros da Comissão, e o vereador Airto ferronato (PSB).
Fonte: Assessoria de Imprensa da CMPA.
Veja também: Sofia está preocupada com destino de escolas na área da Arena - Matéria publicada no Jornal do Comércio desta Quarta-feira (05).
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Maria Cristina Garavelo, da diretoria pedagógica da Secretaria Municipal de Educação (Smed), disse que a maior preocupação do órgão é com a garantia dos direitos dos alunos e com a preservação das vagas públicas nas escolas. “No Humaitá, diferente de outros bairros, as escolas municipais e estaduais conseguem atender á demanda de vagas, e isso precisa ser mantido”, disse. Segundo a professora, os dados obtidos em consulta feita pela Smed à Central de Matrículas, que acolhe as demandas por vagas e distribui entre as escolas do estado e município, na reconstrução da escola Vergara seriam mantidas as doze salas de aula e acrescentadas novas estruturas de laboratórios e ginásio coberto. Porém, a Smed não conseguiu a informação do endereço onde será feita a nova sede: “Devemos exigir que o Estado informe o novo endereço, para garantir o atendimento às crianças”.
Coordenaram os trabalhos as vereadoras Sofia Cavedon (PT), vice-presidente da Cece, e Fernanda Melchionna (PSOL). Participaram os vereadores Haroldo de Souza (PMDB) e Tarciso Flecha Negra (PDT), membros da Comissão, e o vereador Airto ferronato (PSB).
Fonte: Assessoria de Imprensa da CMPA.
Veja também: Sofia está preocupada com destino de escolas na área da Arena - Matéria publicada no Jornal do Comércio desta Quarta-feira (05).
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Sofia está preocupada com destino de escolas na área da Arena
Matéria publicada no Jornal do Comércio desta Quarta-feira (05).
Comunidade do bairro Humaitá deseja obter mais informações sobre os planos do Tricolor para a área
A construção da Arena do Grêmio, no bairro Humaitá, será acompanhada por um comitê de moradores do bairro, de técnicos da prefeitura de Porto Alegre, da OAS (empresa responsável pela obra) e da Secretaria Estadual de Educação (SEC). Pelo menos essa é a vontade dos moradores do Humaitá manifestada ontem na reunião da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) da Câmara Municipal.
Os vereadores Haroldo de Souza (PMDB), Sofia Cavedon (PT) Fernanda Melchiona (P-Sol), Tarciso Flecha Negra (PDT) e Airto Ferronato (PSB) discutiram a proposta do novo estádio do Tricolor na zona Norte da cidade.
A vice-presidente da comissão, Sofia Cavedon, disse que a preocupação dos moradores é saber o que vai acontecer com as duas escolas do bairro - a estadual Osvaldo Vergara e a particular Santo Inácio -, o posto da Brigada Militar (BM) e o CTG Vaqueanos da Tradição. De acordo com Sofia, a comunidade do Humaitá está preocupada com a infraestrutura na área. "Não está claro o que vai acontecer aos espaços públicos conquistados pela comunidade do Humaitá", acrescenta. "Vamos pedir informações à SEC sobre o novo local onde será construída a escola Osvaldo Vergara."
O conselheiro João Alberto Farias de Fontoura, do Fórum Regional de Justiça e Segurança do Humaitá, disse que as áreas públicas devem estar a serviço da comunidade. "Ninguém é contra o empreendimento do Grêmio no bairro. No entanto, também desejamos a manutenção das nossas escolas, da BM e do CTG", comenta.
A conselheira do Orçamento Participativo no Humaitá Lurimar Almeida Fiúza também reafirmou que não é contra o empreendimento. Para ela, é fundamental que tanto a SEC quanto a prefeitura informem onde serão colocadas as duas escolas do bairro. "A escola Osvaldo Vergara tem uma história de 40 anos com a comunidade e atende a 800 alunos", comenta.
O vereador Tarciso Flecha Negra, ex-jogador do Grêmio, disse não acreditar que o Tricolor esteja de acordo com o prejuízo da educação dos jovens do Humaitá. "O Grêmio é um clube preocupado com a educação das crianças, todos que frequentam as escolinhas de futebol têm de estar matriculados, estudando, essa é uma exigência do clube", acrescenta.
Fonte: Jornal do Comércio.
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Comunidade do bairro Humaitá deseja obter mais informações sobre os planos do Tricolor para a área
A construção da Arena do Grêmio, no bairro Humaitá, será acompanhada por um comitê de moradores do bairro, de técnicos da prefeitura de Porto Alegre, da OAS (empresa responsável pela obra) e da Secretaria Estadual de Educação (SEC). Pelo menos essa é a vontade dos moradores do Humaitá manifestada ontem na reunião da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) da Câmara Municipal.
Os vereadores Haroldo de Souza (PMDB), Sofia Cavedon (PT) Fernanda Melchiona (P-Sol), Tarciso Flecha Negra (PDT) e Airto Ferronato (PSB) discutiram a proposta do novo estádio do Tricolor na zona Norte da cidade.
A vice-presidente da comissão, Sofia Cavedon, disse que a preocupação dos moradores é saber o que vai acontecer com as duas escolas do bairro - a estadual Osvaldo Vergara e a particular Santo Inácio -, o posto da Brigada Militar (BM) e o CTG Vaqueanos da Tradição. De acordo com Sofia, a comunidade do Humaitá está preocupada com a infraestrutura na área. "Não está claro o que vai acontecer aos espaços públicos conquistados pela comunidade do Humaitá", acrescenta. "Vamos pedir informações à SEC sobre o novo local onde será construída a escola Osvaldo Vergara."
O conselheiro João Alberto Farias de Fontoura, do Fórum Regional de Justiça e Segurança do Humaitá, disse que as áreas públicas devem estar a serviço da comunidade. "Ninguém é contra o empreendimento do Grêmio no bairro. No entanto, também desejamos a manutenção das nossas escolas, da BM e do CTG", comenta.
A conselheira do Orçamento Participativo no Humaitá Lurimar Almeida Fiúza também reafirmou que não é contra o empreendimento. Para ela, é fundamental que tanto a SEC quanto a prefeitura informem onde serão colocadas as duas escolas do bairro. "A escola Osvaldo Vergara tem uma história de 40 anos com a comunidade e atende a 800 alunos", comenta.
O vereador Tarciso Flecha Negra, ex-jogador do Grêmio, disse não acreditar que o Tricolor esteja de acordo com o prejuízo da educação dos jovens do Humaitá. "O Grêmio é um clube preocupado com a educação das crianças, todos que frequentam as escolinhas de futebol têm de estar matriculados, estudando, essa é uma exigência do clube", acrescenta.
Fonte: Jornal do Comércio.
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terça-feira, 4 de maio de 2010
Lançamento livro de Emir Sader e Marco Aurélio Garcia
No dia 8 de maio, sábado, às 10 horas, Porto Alegre recebe Emir Sader e Marco Aurélio Garcia, autores do livro “Brasil – Entre o Passado e o Futuro”, coedição da Editora Fundação Perseu Abramo e Boitempo, para o lançamento e debate em torna da obra que chega a sua terceira reimpressão após apenas um mês do lançamento.
Tarso Genro, Raul Pont e Olívio Dutra também compõem a mesa do debate que será realizado na igreja da Pompéia (Rua Barros Cassal, 220). Antes, às 9:30, os autores estarão à disposição da imprensa para entrevistas.
“Brasil – Entre o Passado e o Futuro” reúne ensaios de atores da cena política e intelectual brasileira que buscam assimilar e analisar as intensas transformações ocorridas no Brasil nos últimos sete anos. Os textos se debruçam sobre o passado recente do país na tentativa de desvendar diversos aspectos da realidade brasileira, como sua dinâmica econômica, social, política e cultural.
A obra busca contribuir com o debate sobre o que virá após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tanto, contou com a colaboração de importantes intelectuais – integrantes do governo ou não – que nunca deixaram de pensar e sistematizar ideias sobre o processo em curso no país: Marco Aurélio Garcia, Emir Sader, Marcio Pochmann, Guilherme Dias, Luiz Dulci, Nelson Barbosa, José Antonio Pereira de Souza e Jorge Mattoso. Além dos artigos, completa o volume uma entrevista com Dilma Rousseff, feita por Garcia, Sader e Mattoso.
O livro apresenta um conjunto de dados, análises e propostas de intelectuais comprometidos com um projeto de país que será o centro do debate nas disputas eleitorais de 2010. Busca, assim, trazer uma contribuição interpretativa sobre o momento atual, vislumbrando sempre poder transformar o futuro.
Fonte: Assessoria de Comunicação PT/PoA/RS.
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Tarso Genro, Raul Pont e Olívio Dutra também compõem a mesa do debate que será realizado na igreja da Pompéia (Rua Barros Cassal, 220). Antes, às 9:30, os autores estarão à disposição da imprensa para entrevistas.
“Brasil – Entre o Passado e o Futuro” reúne ensaios de atores da cena política e intelectual brasileira que buscam assimilar e analisar as intensas transformações ocorridas no Brasil nos últimos sete anos. Os textos se debruçam sobre o passado recente do país na tentativa de desvendar diversos aspectos da realidade brasileira, como sua dinâmica econômica, social, política e cultural.
A obra busca contribuir com o debate sobre o que virá após o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para tanto, contou com a colaboração de importantes intelectuais – integrantes do governo ou não – que nunca deixaram de pensar e sistematizar ideias sobre o processo em curso no país: Marco Aurélio Garcia, Emir Sader, Marcio Pochmann, Guilherme Dias, Luiz Dulci, Nelson Barbosa, José Antonio Pereira de Souza e Jorge Mattoso. Além dos artigos, completa o volume uma entrevista com Dilma Rousseff, feita por Garcia, Sader e Mattoso.
O livro apresenta um conjunto de dados, análises e propostas de intelectuais comprometidos com um projeto de país que será o centro do debate nas disputas eleitorais de 2010. Busca, assim, trazer uma contribuição interpretativa sobre o momento atual, vislumbrando sempre poder transformar o futuro.
Fonte: Assessoria de Comunicação PT/PoA/RS.
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José Clóvis Cidadão de Porto Alegre
Concede o Título Honorífico de Cidadão de Porto Alegre ao Professor José Clóvis de Azevedo.Art. 1º Fica concedido o Título Honorífico de Cidadão de Porto Alegre ao Professor José Clóvis de Azevedo nos termos da Lei nº 9.659, de 22 de dezembro de 2004.
Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
O Professor Dr. José Clóvis de Azevedo vem sendo ao longo de uma trajetória de vida, um intenso e notável educador. Sua travessia está na História: na sua cidade de São Sebastião do Caí, onde nasceu e viveu grande parte de sua juventude, na dos lugares por onde passou neste Estado, ou na de Porto Alegre. E está na História de pessoas com as quais se inter relacionou, para quais passou a se fazer relevante, especialmente significativo. Nasceu em 12 de fevereiro de 1945. Filho de uma família de pequenos agricultores, seus primeiros tempos foram marcados por trabalho, disciplina e educação. O pai foi o primeiro grande pedagogo, quem lhe apresentou o prazer e a relevância do conhecer para a vida cotidiana, para a possibilidade da transformação, quem lhe ensinou a significância da história e da geografia para a compreensão de seus tempos de existência e para a participação ativa e responsável nessa História.
Formou-se em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1972 e tornou-se professor desta disciplina, atuando basicamente em escolas da periferia. Em 1973, fez bacharelado em “História Econômica do Brasil”.Nesse mesmo ano é que sua vida toma outro rumo, inspirado pelo educador Paulo Freire. José Clóvis vai se traduzindo em um educador popular, com fortes vínculos com o povo. Em 1979, cursou especialização e orientação educacional, passando a atuar na área. E 1985 a 1987, voltou a lecionar História e Geografia em escola pública.
Por esses tempos, seu vínculo militante com as grandes causas da educação regional e nacional já estava articulado em uma práxis consciente e engajada. Em 1987, foi eleito Secretário Geral do Centro de Professores do Estado do Rio Grande do Sul – CPERS – permanecendo até 1990.Também atuou na Secretaria de Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
De 1993 a 1996 foi Secretário Adjunto de Educação do Município de Porto Alegre, quando na condição de Secretário Substituto, em 1994, foi signatário do histórico Convênio da Prefeitura Municipal de Porto Alegre com as Creches Comunitárias. Tendo sido neste período também um dos proponentes e dirigentes do processo denominado Constituinte Escolar que possibilitou com que todas as comunidades participassem ativamente na reestruturação curricular da Rede Municipal de Educação. Assumindo a partir de 1997 o cargo de Secretário Municipal de Educação. José Clóvis de Azevedo está entre os protagonistas na criação do projeto “Escola Cidadã”, bem como da implantação dos Ciclos de Formação para o Ensino Fundamental. Suas gestões à frente da Secretaria foram pautadas pelos princípios de democratização radical da Rede Municipal de Educação. A partir de 1995, quando era Secretário Adjunto, nasceram as novas Escolas Municipais, organizadas por Ciclos de Formação: Escola Monte Cristo, Escola Neusa Brizola, Morro da Cruz e Migrantes. Até o ano 2000, as demais escolas da Rede Municipal de Ensino adotaram o novo sistema de organização , colocando a Cidade de Porto Alegre à frente, com um projeto inovador de educação popular , uma referência internacional de experiência educacional que foi o projeto Escola Cidadã.
Na sua gestão foi estruturada uma política de formação permanente, em serviço, dos professores municipais e funcionários não docentes das escolas. Esta política envolveu desde grandes eventos até cursos e acessorias diretas às escolas. Foram realizados sete Seminários Internacionais com a participação de pesquisadores de Universidades dos principais países do mundo e dos principais estados do Brasil. A educação em Porto Alegre tornou-se foco de interesse internacional. A Rede Municipal teve a oportunidade ímpar de interagir com educadores reconhecidos internacionalmente como Michael Apple da Universidade de Wisconsin; Peter Maclaren da Universidade da Califórnia; Boaventura Sousa Santos da Universidade de Coimbra; Daniel Schugurensk da Universidade de Toronto; Gimeno Sacristan da Universidade de Valência, Espanha; Stephen J. Ball,King’s College de Londres; Jorge Larrossa da Universidade de Barcelona; Gaudêncio Frigotto da UFF; Vitor Paro DA USP; Miguel Arroyo da UFMG; Paulo Freire e tantos outros pesquisadores consagrados que apoiaram o novo projeto educacional trazendo para Porto Alegre os maiores avanços da pesquisa internacional em educação.
Além dos eventos em Porto Alegre, o professor Jose Clovis de Azevedo foi convidado como conferencista por importantes universidades. Proferiu conferências na Universidade de Toronto, Canadá; Em San Diego, na Califórnia; na Universidade Estadual da Cidade do México, México; na Universidade de La República, Uruguai; Universidade de Buenos Aires, Argentina; Rancágua, Chile; Universidade de Guadalajara, México; Universidade de Ziegen, Alemanha; Na Fundação Rosa Luxemburgo em Berlim, Alemanha; Universidade de Sorbone em Paris, França; No Instituto de Altos Estudos para América Latina da Universidade de Sorbone, Paris, França; No Instituto Paulo Freire de Espanha, Barcelona, Espanha; na Universidade de Barcelona, Espanha; na Universidade de Sevilia, Espanha e Universidade de Algarves, Portugal.
O professor Jose Clovis tem uma importante produção científica na área da educação. Entre os mais importantes trabalhos destacam-se Escola Cidadã; desafios diálogos e travessias, publicado pela Editora Vozes em 2000 e em segunda edição em 2004. Essa obra foi também editada em Barcelona, na Espanha, nos idiomas espanhol e catalão. E a obra Reconversão Cultural da Escola: mercoescola e escola cidadã editada pela Sulina.O professor tem também trabalhos editados nos Estados Unidos, Canadá e Espanha, além dos inúmeros artigos em periódicos científicos brasileiros.A sua produção científica, seus estudos e pesquisas apresentados em seus trabalhos publicados e em suas conferências e cursos têm contribuído para promover e destacar a Cidade de Porto Alegre, principalmente nas questões referentes a educação, mas também para qualificar a educação que se faz aqui na cidade, contribuindo para uma formação cada vez qualificada da cidadania porto alegrense.
Em 2001 Coordenou o Grupo de Trabalho que criou e estruturou a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul, UERGS, tendo sido seu primeiro reitor.
Em 2004 defendeu tese de Doutorado pela Universidade Estadual de São Paulo, USP.
Recentemente atuou como Consultor fazendo parte da equipe que reestruturou o Projeto Pedagógico da Universidade Coorporativa da Petrobrás, UP. Atualmente o professor Dr. Jose Clovis de Azevedo exerce suas atividades acadêmicas no Centro Universitário Metodista IPA, onde é Coordenador de Pesquisa e Pós-Graduação, pesquisador e docente de Currículo e Cultura no Curso de Pedagogia e de Educação e Reabilitação no Programa de mestrado em Reabilitação e Inclusão.
O programa de Pós-Graduação da PUCRS lançou recentemente uma obra denominada Educadores Rio-grandenses com biografias de educadores que deram contribuições significativas à educação do Rio Grande do Sul, sendo o professor Jose Clovis de Azevedo um dos biografados como reconhecimento, principalmente pelo trabalho educacional realizado em Porto Alegre.
Pela destacada atuação pública na área da educação, pela experiência histórica em Porto Alegre que projetou a cidade como vanguarda também nesta área, o professor José Clóvis de Azevedo tornou-se de fato Cidadão de Porto Alegre e por direito queremos nomeá-lo Cidadão da Cidade.
Vereadora Sofia Cavedon
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segunda-feira, 3 de maio de 2010
3º Ciclo de Debates - Inclusão Escolar: construção de estratégias
A terceira edição do Ciclo de Debates: Inclusão Escolar este ano inicia em 26 de maio, tendo como objetivo provocar a reflexão sobre a necessidade da construção de estratégias que garantam a inclusão escolar responsável. Segundo a vereadora Sofia Cavedon, que tem seu mandato como um dos construtores do encontro, esta edição terá como foco o desenvolvimento humano, superando a visão de que somente a acessibilidade física é o suficiente para promover a cidadania e o respeito ao aluno.
Os debates também visam subsidiar teoricamente os participantes para construção de escola de qualidade, que garanta ao sujeito com deficiência atenção às suas necessidades e seu pleno desenvolvimento, observa a vereadora.
Com uma previsão de 300 participantes, o 3º Ciclo, que se realizará sempre no Plenário Otávio Rocha da Câmara de Vereadores (Av. Loureiro da Silva, 255), das 19h às 22h, terá o seguinte calendário:
26/05 – Estratégias de Acessibilidade
30/06 – Estratégias de Cidadania
25/08 – Estratégias de Aprendizagem
15/09 – Estratégias de Currículo
20/10 – Estratégias de Convivência
O Ciclo de Debates é promovido pelo Fórum pela Inclusão Escolar, e conta com o apoio da Associação dos Trabalhadores em Educação do Município de Porto Alegre (Atempa); gabinete da vereadora Sofia Cavedon; Comissão de Educação (Cece) da Câmara Municipal e Prefeitura de Porto Alegre.
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Os debates também visam subsidiar teoricamente os participantes para construção de escola de qualidade, que garanta ao sujeito com deficiência atenção às suas necessidades e seu pleno desenvolvimento, observa a vereadora.
Com uma previsão de 300 participantes, o 3º Ciclo, que se realizará sempre no Plenário Otávio Rocha da Câmara de Vereadores (Av. Loureiro da Silva, 255), das 19h às 22h, terá o seguinte calendário:
26/05 – Estratégias de Acessibilidade
30/06 – Estratégias de Cidadania
25/08 – Estratégias de Aprendizagem
15/09 – Estratégias de Currículo
20/10 – Estratégias de Convivência
O Ciclo de Debates é promovido pelo Fórum pela Inclusão Escolar, e conta com o apoio da Associação dos Trabalhadores em Educação do Município de Porto Alegre (Atempa); gabinete da vereadora Sofia Cavedon; Comissão de Educação (Cece) da Câmara Municipal e Prefeitura de Porto Alegre.
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Agenda de 03 a 09 de Maio
Segunda-feira – 03
09h - Executiva Estadual – Sede PT Estadual
14h - Sessão Plenária
14h - Lançamento Livro Fórum das APAES
14h30min - Coordenação de Pré-Campanha 2010
Terça-feira – 04
10h - Reunião da Frente DST/ HIV/AIDS - No Salão Nobre da CMPA
13h - Audiência no MP (Promotoria Urbanística) - Plano Diretor da PUC
16h30min - Recebe Fátima Magalhães - Inclusão para Deficientes Visuais
19h – Aula Ufrgs
Quarta-feira – 05
09h - Reunião de Bancada
11h - Reúne-se no Demhab - Pauta: Vila São Pedro
14h - Sessão Plenária
19h - Reunião no Belém Velho
20h - Show Demétrio Xavier no Teatro Bruno Kiefer – 6º andar CCMQ
Quinta-feira – 06
09h - Reunião DS Estadual
14h - Sessão Plenária
14h - Recebe Alessandra - Grupos de Teatro
19h - Debate do Programa de Governo- Gestão Pública, Transparência e Combate à Corrupção - Romeu Tuma - Teatro Dante Barone - AL
Sexta-feira - 07
Manhã Reservada para Clube do Choro (à confirmar)
14h30min - Reúne-se com o Secretário da Cultura
16h - Reunião Coordenação de Setoriais PT/RS
18h30min - Encontro do Fórum Metropolitano de EJA - Ensino Médio no EJA - CPERS
19h - Etapa Estadual 2010 da Jornada Nacional de Formação Política do PT - Na Igreja da Nossa Srª da Pompéia, Rua Dr Barros Cassal, 220
Sábado – 08
10h - Lançamento do Livro e debate com Emir Sader e Marco Aurélio Garcia - Na Igreja da Nossa Srª da Pompéia, Rua Dr Barros Cassal, 220
Domingo – 09
09h - Reunião Coordenações Setoriais Nacionais em SP
** Agenda sujeita a alterações.
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09h - Executiva Estadual – Sede PT Estadual
14h - Sessão Plenária
14h - Lançamento Livro Fórum das APAES
14h30min - Coordenação de Pré-Campanha 2010
Terça-feira – 04
10h - Reunião da Frente DST/ HIV/AIDS - No Salão Nobre da CMPA
13h - Audiência no MP (Promotoria Urbanística) - Plano Diretor da PUC
16h30min - Recebe Fátima Magalhães - Inclusão para Deficientes Visuais
19h – Aula Ufrgs
Quarta-feira – 05
09h - Reunião de Bancada
11h - Reúne-se no Demhab - Pauta: Vila São Pedro
14h - Sessão Plenária
19h - Reunião no Belém Velho
20h - Show Demétrio Xavier no Teatro Bruno Kiefer – 6º andar CCMQ
Quinta-feira – 06
09h - Reunião DS Estadual
14h - Sessão Plenária
14h - Recebe Alessandra - Grupos de Teatro
19h - Debate do Programa de Governo- Gestão Pública, Transparência e Combate à Corrupção - Romeu Tuma - Teatro Dante Barone - AL
Sexta-feira - 07
Manhã Reservada para Clube do Choro (à confirmar)
14h30min - Reúne-se com o Secretário da Cultura
16h - Reunião Coordenação de Setoriais PT/RS
18h30min - Encontro do Fórum Metropolitano de EJA - Ensino Médio no EJA - CPERS
19h - Etapa Estadual 2010 da Jornada Nacional de Formação Política do PT - Na Igreja da Nossa Srª da Pompéia, Rua Dr Barros Cassal, 220
Sábado – 08
10h - Lançamento do Livro e debate com Emir Sader e Marco Aurélio Garcia - Na Igreja da Nossa Srª da Pompéia, Rua Dr Barros Cassal, 220
Domingo – 09
09h - Reunião Coordenações Setoriais Nacionais em SP
** Agenda sujeita a alterações.
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sábado, 1 de maio de 2010
Preparando o Programa de Governo do PT
Datas Importantes
19 de Junho - Seminário de Programa de Governo
26 de Junho – Encontro Estadual do PT
COMO PARTICIPAR
Site Diálogos RS
Envio de propostas através do site Diálogos RS (http://www.dialogosrs.org.br/).
Prazo máximo para envio de propostas: 05 de Junho
CONTATOS:
E-mail: programadegoverno@ptrs.org.br
Fone: 3284.8900
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19 de Junho - Seminário de Programa de Governo
26 de Junho – Encontro Estadual do PT
COMO PARTICIPAR
Site Diálogos RS
Envio de propostas através do site Diálogos RS (http://www.dialogosrs.org.br/).
Prazo máximo para envio de propostas: 05 de Junho
CONTATOS:
E-mail: programadegoverno@ptrs.org.br
Fone: 3284.8900
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CURSO GRATUITO: "PRODUÇÃO INTELECTUAL DE MULHERES NEGRAS"
Uma história pode ser contada por meio de diversas versões. Na versão “oficial” da história do Brasil a trajetória das mulheres negras é pouco evidenciada, contudo, este curso apresentará uma cronologia de alguns períodos da história política brasileira com enfoque na trajetória das mulheres negras.
O curso acontecerá na plataforma de educação à distância Moodle e contará com recursos interativos de vídeos, chat e fóruns de debates que permitem a troca de conhecimento e um rico diálogo sobre a realidade da mulher negra e a sua produção intelectual.
O curso está dividido em oito módulos, sendo que os sete primeiros farão referência a um período histórico brasileiro e o oitavo será uma web-conferência. Em cada módulo haverá textos e atividades que deverão ser realizadas no prazo de até quatro dias. Os textos serão descritivos e informativos. Cada turma contará com no máximo 60 participantes e será acompanhada por uma tutora (ou tutor).
Nível 1
Trajetória das mulheres negras na história do Brasil
Conteúdo programático
Módulo I Contando o conto sem retirar um ponto: a mulher africana e a colonização brasileira
Módulo II Independência sem morte? A mulher negra e a luta pela liberdade no Brasil Imperial
Módulo III Áurea das Yayás: a mulher negra no pós-abolição
Módulo IV Talhando o leite sem queimar o café: a mulher negra e a identidade nacional
Módulo V Engrossando o caldo: movimentos de mulheres negras no pós-ditadura militar
Módulo VI Existir para resistir: rumos apontados pelo feminismo negro
Módulo VII Orgulho para ancestralidade: panorama contemporâneo das mulheres negras
Módulo VIII Web-conferência com Dra. Sueli Carneiro - Tema: História de resistência: construção de novos caminhos estratégicos para avanços práticos
Inscreva-se já, as vagas são limitadas e o curso é totalmente gratuito.
Fonte: Odun Formação & Produção
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O curso acontecerá na plataforma de educação à distância Moodle e contará com recursos interativos de vídeos, chat e fóruns de debates que permitem a troca de conhecimento e um rico diálogo sobre a realidade da mulher negra e a sua produção intelectual.
O curso está dividido em oito módulos, sendo que os sete primeiros farão referência a um período histórico brasileiro e o oitavo será uma web-conferência. Em cada módulo haverá textos e atividades que deverão ser realizadas no prazo de até quatro dias. Os textos serão descritivos e informativos. Cada turma contará com no máximo 60 participantes e será acompanhada por uma tutora (ou tutor).
Nível 1
Trajetória das mulheres negras na história do Brasil
Conteúdo programático
Módulo I Contando o conto sem retirar um ponto: a mulher africana e a colonização brasileira
Módulo II Independência sem morte? A mulher negra e a luta pela liberdade no Brasil Imperial
Módulo III Áurea das Yayás: a mulher negra no pós-abolição
Módulo IV Talhando o leite sem queimar o café: a mulher negra e a identidade nacional
Módulo V Engrossando o caldo: movimentos de mulheres negras no pós-ditadura militar
Módulo VI Existir para resistir: rumos apontados pelo feminismo negro
Módulo VII Orgulho para ancestralidade: panorama contemporâneo das mulheres negras
Módulo VIII Web-conferência com Dra. Sueli Carneiro - Tema: História de resistência: construção de novos caminhos estratégicos para avanços práticos
Inscreva-se já, as vagas são limitadas e o curso é totalmente gratuito.
Fonte: Odun Formação & Produção
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Procultura - III Encontro Regional
O texto do PL 6722/2010 que institui o Procultura é resultado de amplo debate sobre a reforma da Lei Rouanet, realizado em 2009 em todos os Estados da Federação.
Venha participar de mais esta etapa de debates!
Fonte: RepresentaçãoRegional Sul/Ministério da Cultura
CONVITE
Câmara dos Deputados - COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA
Convida para o III Encontro Regional para acolhimento de propostas, sugestões e moções ao Projeto de Lei de Incentivo e Fomento à Cultura (Procultura), relatado pela deputada Alice Portugal. Ressaltamos que as propostas, sugestões e moções devem ser necessariamente encaminhadas por escrito para o acolhimento adequado das mesmas.
Local: Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul - Teatro Dante Barone - Porto Alegre / RS
Data: 04 de maio de 2010
Horário: 14h
Comissão de Educação e Cultura (CEC) / Brasilia
Tel.: (61) 3216-6623 a 6631 / Fax.: (61) 3216-6635
E-mail: cec.decom@camara.gov.br
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Venha participar de mais esta etapa de debates!
Fonte: RepresentaçãoRegional Sul/Ministério da Cultura
CONVITE
Câmara dos Deputados - COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA
Convida para o III Encontro Regional para acolhimento de propostas, sugestões e moções ao Projeto de Lei de Incentivo e Fomento à Cultura (Procultura), relatado pela deputada Alice Portugal. Ressaltamos que as propostas, sugestões e moções devem ser necessariamente encaminhadas por escrito para o acolhimento adequado das mesmas.
Local: Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul - Teatro Dante Barone - Porto Alegre / RS
Data: 04 de maio de 2010
Horário: 14h
Comissão de Educação e Cultura (CEC) / Brasilia
Tel.: (61) 3216-6623 a 6631 / Fax.: (61) 3216-6635
E-mail: cec.decom@camara.gov.br
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Etapa Estadual 2010 da Jornada Nacional de Formação Política do PT
Companheiros e companheiras,
A realização de atividade com a pré-candidata a presidência da República, Dilma Rouseff e os movimentos sociais foi um sucesso e justificou o adiamento da Etapa Estadual da Jornada Nacional de Formação Política , para os dias 07 e 08 de maio, na Igreja da Nossa Srª da Pompéia, Rua Dr Barros Cassal, 220, a partir das 17h do dia 07/05, sexta-feira, com encerramento previsto para 20h do dia 08/05, sábado.
Soma-se a Jornada o sociólogo Emir Sader e o assessor especial da presidência da república Marco Aurélio Garcia, em uma articulação conjunta ao PT/PoA, que lançarão o livro “Brasil: entre o passado e o futuro” e farão sua contribuição com uma análise conjuntural que contará com as presenças do ex-governador Olívio Dutra, o deputado estadual e presidente do PT /RS Raul Pont e o ex-ministro Tarso Genro.
Já temos a confirmação de representantes da Direção Nacional do PT, através da Secretaria Nacional de Formação Política e aguardamos a confirmação de outras personalidades em processo de negociação da agenda.
Para que possamos organizar da melhor maneira possível os aspectos referentes à logística, solicitamos que os companheiros enviem suas fichas de inscrição a Etapa até o dia 3 de maio.
Seguem, abaixo, os links com os cadernos dos 03 módulos preparatórios e as Diretrizes Curriculares e Metodológicas da Escola Nacional de Formação. É fundamental a leitura prévia deste material a etapa estadual da Jornada Nacional de Formação.
Caderno do Módulo 1: http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/100318092956Caderno1dajornada.pdf
Caderno do Módulo 2: http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/100325120951Modulo2alta.pdf
Caderno do Módulo 3: http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/100325121037Modulo3alta.pdf
Diretrizes Curriculares e Metodológicas: http://www.pt.org.br/portalpt/secretarias/formacao-politica-26/escola-nacional-250/diretrizes-curriculares-e-metodolOgicas-3674.html
Secretaria de Formação PT/RS
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A realização de atividade com a pré-candidata a presidência da República, Dilma Rouseff e os movimentos sociais foi um sucesso e justificou o adiamento da Etapa Estadual da Jornada Nacional de Formação Política , para os dias 07 e 08 de maio, na Igreja da Nossa Srª da Pompéia, Rua Dr Barros Cassal, 220, a partir das 17h do dia 07/05, sexta-feira, com encerramento previsto para 20h do dia 08/05, sábado.
Soma-se a Jornada o sociólogo Emir Sader e o assessor especial da presidência da república Marco Aurélio Garcia, em uma articulação conjunta ao PT/PoA, que lançarão o livro “Brasil: entre o passado e o futuro” e farão sua contribuição com uma análise conjuntural que contará com as presenças do ex-governador Olívio Dutra, o deputado estadual e presidente do PT /RS Raul Pont e o ex-ministro Tarso Genro.
Já temos a confirmação de representantes da Direção Nacional do PT, através da Secretaria Nacional de Formação Política e aguardamos a confirmação de outras personalidades em processo de negociação da agenda.
Para que possamos organizar da melhor maneira possível os aspectos referentes à logística, solicitamos que os companheiros enviem suas fichas de inscrição a Etapa até o dia 3 de maio.
Seguem, abaixo, os links com os cadernos dos 03 módulos preparatórios e as Diretrizes Curriculares e Metodológicas da Escola Nacional de Formação. É fundamental a leitura prévia deste material a etapa estadual da Jornada Nacional de Formação.
Caderno do Módulo 1: http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/100318092956Caderno1dajornada.pdf
Caderno do Módulo 2: http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/100325120951Modulo2alta.pdf
Caderno do Módulo 3: http://www.pt.org.br/portalpt/dados/bancoimg/100325121037Modulo3alta.pdf
Diretrizes Curriculares e Metodológicas: http://www.pt.org.br/portalpt/secretarias/formacao-politica-26/escola-nacional-250/diretrizes-curriculares-e-metodolOgicas-3674.html
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Jornalistas debatem no Congresso de Novo Hamburgo o futuro da profissão
Com o tema "O Jornalismo a Serviço da Sociedade e a Defesa da Profissão'', o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul promove nos dias 14 e 15 de maio o 34º Congresso Estadual dos Jornalistas. O evento que ocorre no Centro de Eventos da Fenac, em Novo Hamburgo é preparatório ao 34º Congresso Nacional dos Jornalistas, que ocorre em agosto de 2010, em Porto Alegre. As incrições já podem ser feitas pela Internet, na Sede de Porto Alegre ou nas Delegacias Regionais do Sindicato.
O presidente do Sindicato dos Jornalistas, José Maria Rodrigues Nunes, lembra que haverá um inevitável debate sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a não obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. “Queremos abordar a importância da qualificação profissional e revelar o verdadeiro papel do Jornalista que é de estar a serviço da sociedade.”
A proposta do Congresso também passa pela discussão do cenário profissional, debater a formação de empresas de prestação de serviços em comunicação, analisar a formação em novas mídias e alertar estudantes e profissionais sobre as mudanças do mercado são tarefas que pretendemos concretizar através do evento.
Um seleto elenco de jornalistas de expressão internacional foi definido como painelistas na programação que inicia na sexta-feira às 19h30 e prossegue no sábado durante todo o dia. Entre eles, Sidney Rezende (apresentador do Globo News), Mário Magalhães (ex-ombudsman da Folha de São Paulo), Elmar Bones, Jayme Copstein, Antonio Vieira da Cunha, Sérgio Murillo de Andrade e Marcos Martinelli. Também estão confirmados os professores Pedro Gilberto Gomes, Neusa Ribeiro, Antônio Hohlfeldt, Deivison Campos e Celso Schröeder, além dos deputados Ibsen Pinheiro, Paulo Pimenta e Sandro Boka.
INSCRIÇÕES
As inscrições podem ser feitas no site do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS (http://sindicato.jornalistas-rs.org.br/congresso%20estadual.htm), mediante o preen-chimento de ficha e envio do comprovante de depósito do valor correspondente no Banrisul por fax para o fone (51) 3228.8146 ou (51) 3226.0664, ou ainda pelo e-mail(congressoestadual@jornalistasrs.org.br).
Valor: Estudante sindicalizado: R$ 25,00; Estudante não-sindicalizado R$ 35,00; Jornalista sindicalizado: R$ 40,00: Público em geral: R$ 60,00.
A inscrição dá direito também a certificado de participação, coquetel de abertura e almoço no sábado.
Mais informações no Sindicato pelos fones (51) 3228.8146 ou (51) 3226.0664.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS está modificando seu site, então siga as instruções para entrar no site do Sindicato (http://www.jornalistas-rs.org. br/) abrirá o hot site com as informações do 34º Congresso Nacional, clique na logo ou digite http://sindicato.jornalistas-rs.org.br/ e entrará nas notícias do Sindicato e demais informações. Fique atento e informado!
Entre em contato conosco pelos e-mails: web@jornalistasrs.org ou sindjors@jornalistasrs.org
O presidente do Sindicato dos Jornalistas, José Maria Rodrigues Nunes, lembra que haverá um inevitável debate sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a não obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. “Queremos abordar a importância da qualificação profissional e revelar o verdadeiro papel do Jornalista que é de estar a serviço da sociedade.”
A proposta do Congresso também passa pela discussão do cenário profissional, debater a formação de empresas de prestação de serviços em comunicação, analisar a formação em novas mídias e alertar estudantes e profissionais sobre as mudanças do mercado são tarefas que pretendemos concretizar através do evento.
Um seleto elenco de jornalistas de expressão internacional foi definido como painelistas na programação que inicia na sexta-feira às 19h30 e prossegue no sábado durante todo o dia. Entre eles, Sidney Rezende (apresentador do Globo News), Mário Magalhães (ex-ombudsman da Folha de São Paulo), Elmar Bones, Jayme Copstein, Antonio Vieira da Cunha, Sérgio Murillo de Andrade e Marcos Martinelli. Também estão confirmados os professores Pedro Gilberto Gomes, Neusa Ribeiro, Antônio Hohlfeldt, Deivison Campos e Celso Schröeder, além dos deputados Ibsen Pinheiro, Paulo Pimenta e Sandro Boka.
INSCRIÇÕES
As inscrições podem ser feitas no site do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS (http://sindicato.jornalistas-rs.org.br/congresso%20estadual.htm), mediante o preen-chimento de ficha e envio do comprovante de depósito do valor correspondente no Banrisul por fax para o fone (51) 3228.8146 ou (51) 3226.0664, ou ainda pelo e-mail(congressoestadual@jornalistasrs.org.br).
Valor: Estudante sindicalizado: R$ 25,00; Estudante não-sindicalizado R$ 35,00; Jornalista sindicalizado: R$ 40,00: Público em geral: R$ 60,00.
A inscrição dá direito também a certificado de participação, coquetel de abertura e almoço no sábado.
Mais informações no Sindicato pelos fones (51) 3228.8146 ou (51) 3226.0664.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RS está modificando seu site, então siga as instruções para entrar no site do Sindicato (http://www.jornalistas-rs.org. br/) abrirá o hot site com as informações do 34º Congresso Nacional, clique na logo ou digite http://sindicato.jornalistas-rs.org.br/ e entrará nas notícias do Sindicato e demais informações. Fique atento e informado!
Entre em contato conosco pelos e-mails: web@jornalistasrs.org ou sindjors@jornalistasrs.org
Show de Demétrio Xavier celebra o trabalho na música crioula do Prata
Músico gaúcho apresenta repertório com música crioula argentina e uruguaia no Teatro Bruno Kiefer, dia 5
Trabaja el gaucho y no arriba: assim define o desolado Sargento Cruz, no clássico Martín Fierro, de José Hernández, a sorte do trabalhador gaúcho: trabalha, mas não prospera. Este é o mote do espetáculo preparado pelo músico Demétrio Xavier no dia 5 de maio, quarta-feira, no Teatro Bruno Kiefer, 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736), para comemorar o Dia do Trabalhador, celebrado no próximo sábado.
Pesquisador e intérprete da música crioula argentina e uruguaia há 25 anos, Demétrio Xavier preparou uma seleção de grandes autores do gênero: Alfredo Zitarrosa, Aníbal Sampayo, Jaime Dávalos e o mestre Atahualpa Yupanqui, entre outros. De Yupanqui são também os trechos de poesia intercalados, oriundos de obras como o Payador Perseguido, do qual Demétrio Xavier fez a única tradução integral no mundo.
O músico define o espetáculo intitulado de Trabaja el gaucho y no arriba - o trabalho na música crioula do Prata como uma reflexão sobre o Dia do Trabalhador, sobre os ofícios tradicionais e os personagens que os exercem e as formas de se ganhar a vida com suas dificuldades e suas belezas nesta região comum ao sul do Brasil e ao Prata.
“Será uma celebração da cultura crioula, que nunca deixa de contemplar a paisagem, os costumes e a linguagem – mas se centra, como deve ser, no seu agente real, raiz e origem de tanta manifestação artística, às vezes mais, às vezes menos interessada em sua felicidade: o homem gaúcho, imerso na História”, antecipa.
Segundo o músico, o repertório mostra o espírito talvez vivo daquele gaúcho libertário e paralelo à sociedade colonial, que alternava viver do contrabando, da guerra ou do conchavo temporário no trabalho de estância; aquele que eternizou a frase quando preciso de uma camisa, me conchavo; quando a tenho, vou-me embora! “Mas traz também seu descendente até a contemporaneidade, desempenhando-se em ofícios que tendem a desaparecer ou buscando garantir a posse de terra, em sua luta histórica por preservar a identidade e a dignidade, além da própria subsistência”, justifica Demétrio.
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Trabaja el gaucho y no arriba: assim define o desolado Sargento Cruz, no clássico Martín Fierro, de José Hernández, a sorte do trabalhador gaúcho: trabalha, mas não prospera. Este é o mote do espetáculo preparado pelo músico Demétrio Xavier no dia 5 de maio, quarta-feira, no Teatro Bruno Kiefer, 6º andar da Casa de Cultura Mario Quintana (Andradas, 736), para comemorar o Dia do Trabalhador, celebrado no próximo sábado.
Pesquisador e intérprete da música crioula argentina e uruguaia há 25 anos, Demétrio Xavier preparou uma seleção de grandes autores do gênero: Alfredo Zitarrosa, Aníbal Sampayo, Jaime Dávalos e o mestre Atahualpa Yupanqui, entre outros. De Yupanqui são também os trechos de poesia intercalados, oriundos de obras como o Payador Perseguido, do qual Demétrio Xavier fez a única tradução integral no mundo.
O músico define o espetáculo intitulado de Trabaja el gaucho y no arriba - o trabalho na música crioula do Prata como uma reflexão sobre o Dia do Trabalhador, sobre os ofícios tradicionais e os personagens que os exercem e as formas de se ganhar a vida com suas dificuldades e suas belezas nesta região comum ao sul do Brasil e ao Prata.
“Será uma celebração da cultura crioula, que nunca deixa de contemplar a paisagem, os costumes e a linguagem – mas se centra, como deve ser, no seu agente real, raiz e origem de tanta manifestação artística, às vezes mais, às vezes menos interessada em sua felicidade: o homem gaúcho, imerso na História”, antecipa.
Segundo o músico, o repertório mostra o espírito talvez vivo daquele gaúcho libertário e paralelo à sociedade colonial, que alternava viver do contrabando, da guerra ou do conchavo temporário no trabalho de estância; aquele que eternizou a frase quando preciso de uma camisa, me conchavo; quando a tenho, vou-me embora! “Mas traz também seu descendente até a contemporaneidade, desempenhando-se em ofícios que tendem a desaparecer ou buscando garantir a posse de terra, em sua luta histórica por preservar a identidade e a dignidade, além da própria subsistência”, justifica Demétrio.
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sexta-feira, 30 de abril de 2010
Falta de professores: problema se repete e o governo não apresenta soluções
Ao alegar que a falta de professores e de funcionários de escola se dá em função do número de afastamentos por licença-saúde e pelos pedidos de aposentadoria, o governo do estado tenta justificar um problema que é mais grave. A falta de profissionais nas escolas estaduais deve-se basicamente em função da opção do governo em não realizar concurso público, situação agravada com a não renovação, em 2007, do concurso realizado em 2005.
É verdade que a categoria está doente. Os problemas de saúde enfrentados pelos trabalhadores em educação se dão em função das péssimas condições de trabalho enfrentadas nas escolas, do excessivo número de alunos em sala de aula, da falta de tempo para o lazer e pelos baixos salários. E as aposentadorias não fogem à regra. Além disso, a aposentadoria é um direito constitucional. Portanto, sem condições dignas de trabalho, aqueles que podem acabam se afastando das salas de aula.
Agora, no início do mês de maio, ainda tem alunos sem aula em todas as regiões do Rio Grande do Sul. O que indica que os problemas não são localizados, como tenta fazer entender a Secretaria da Educação. No município de Santa Maria, na região central do estado, faltam professores em 21 das 38 escolas estaduais. A situação se repete em Pelotas, na região sul, onde a carência de profissionais atinge 25 das 51 escolas estaduais.
Em Porto Alegre, em 70 escolas localizadas na região sul e parte da região leste, faltam professores em 23 escolas. Na região de Guaporé faltam professores em escolas localizadas nos municípios de Anta Gorda, Ilópolis, Putinga, Serafina Correa, União da Serra, Vista Alegre do Prata e Guaporé, onde o principal problema é registrado na Escola Bandeirante.
Levantamento feito pelo CPERS/Sindicato, em março e abril, indica uma carência de aproximadamente sete mil professores na rede, nas mais variadas disciplinas, sendo que as mais atingidas são: matemática, espanhol, geografia, ciências, história, química, inglês, ensino religioso e português.
As carências, porém, não se limitam à falta de professores. Faltam também funcionários de escola, bibliotecários, supervisores e orientadores.
Entre os efeitos provocados pela falta de professores e de funcionários de escola encontra-se a desorganização da rotina estabelecida pelos pais, que montam seus horários de trabalho de acordo com o turno em que os filhos estudam. As crianças, em muitos casos, não têm com quem ficar. Já os adolescentes ficam com o tempo ocioso e, portanto, sujeitos aos problemas da sociedade contemporânea.
Fonte: João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
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É verdade que a categoria está doente. Os problemas de saúde enfrentados pelos trabalhadores em educação se dão em função das péssimas condições de trabalho enfrentadas nas escolas, do excessivo número de alunos em sala de aula, da falta de tempo para o lazer e pelos baixos salários. E as aposentadorias não fogem à regra. Além disso, a aposentadoria é um direito constitucional. Portanto, sem condições dignas de trabalho, aqueles que podem acabam se afastando das salas de aula.
Agora, no início do mês de maio, ainda tem alunos sem aula em todas as regiões do Rio Grande do Sul. O que indica que os problemas não são localizados, como tenta fazer entender a Secretaria da Educação. No município de Santa Maria, na região central do estado, faltam professores em 21 das 38 escolas estaduais. A situação se repete em Pelotas, na região sul, onde a carência de profissionais atinge 25 das 51 escolas estaduais.
Em Porto Alegre, em 70 escolas localizadas na região sul e parte da região leste, faltam professores em 23 escolas. Na região de Guaporé faltam professores em escolas localizadas nos municípios de Anta Gorda, Ilópolis, Putinga, Serafina Correa, União da Serra, Vista Alegre do Prata e Guaporé, onde o principal problema é registrado na Escola Bandeirante.
Levantamento feito pelo CPERS/Sindicato, em março e abril, indica uma carência de aproximadamente sete mil professores na rede, nas mais variadas disciplinas, sendo que as mais atingidas são: matemática, espanhol, geografia, ciências, história, química, inglês, ensino religioso e português.
As carências, porém, não se limitam à falta de professores. Faltam também funcionários de escola, bibliotecários, supervisores e orientadores.
Entre os efeitos provocados pela falta de professores e de funcionários de escola encontra-se a desorganização da rotina estabelecida pelos pais, que montam seus horários de trabalho de acordo com o turno em que os filhos estudam. As crianças, em muitos casos, não têm com quem ficar. Já os adolescentes ficam com o tempo ocioso e, portanto, sujeitos aos problemas da sociedade contemporânea.
Fonte: João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato
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